Histórico da administração

Extraído do livro Manual de Organização, Sistemas e Métodos, de Maria Esmeralda Ballestero Alvarez

            O objeto de atenção e a metodologia de trabalho inerentes à área denominada Organização, Sistemas e Métodos têm sua matriz conceitual sediada na abordagem sistêmica, uma das correntes do pensamento administrativo. É necessário, portanto, uma revisão dessa matriz conceitual, para o entendimento da área específica.

            Por outro lado, há que se considerar que será mais simples entender os conceitos da teoria sistêmica se conhecer o contexto histórico-teórico no qual foram elaborados.

            O ser humano é, por definição, gregário. Sua unidade natural de existência é o grupo. Assim sendo, as organizações, vistas como grupos, existem desde que o homem existe sobre a face da terra.

            Levando em conta que a atividade administrativa está estreitamente vinculada à tarefa de coordenação, é necessário concluir que é dada atenção à atividade administrativa somente no momento em que a dimensão da organização chegue ao ponto de necessitar de coordenação entre tarefas interdependentes executadas por diferentes indivíduos.

            É neste sentido que apareceu, no decorrer da história, provas da preocupação com o administrar quando organizações (ou agregados organizados) atingiram proporções consideráveis no que diz respeito ao número de pessoas envolvidas.

            Referências históricas documentam tal preocupação fundamentalmente na realização de monumentais construções erigidas na Antigüidade bem como na administração dos maiores contingentes populacionais da época, ou seja, na administração pública.

            Da mesma forma, exemplos de macro-organizações com necessidades de grande coordenação são a Igreja Católica e as Organizações Militares em geral que, no desenvolvimento de suas atividades, muito contribuíram com conceitos organizacionais discutidos mais adiante.

            Torna-se claro então que a "ciência" de administrar, por muitos séculos, interessou a poucos grupos e, enquanto assim permaneceu, nunca chegou a compor um quadro sistematizado e integrado de conceitos.

            No final do século XIX, o advento da Revolução Industrial e a invenção de maquinário específico (em diversos estágios) trouxeram às organizações econômicas a possibilidade de terem seu contingente humano aumentado. Surge, assim, a necessidade de coordenar e, portanto, de administrar não mais atividades numericamente pouco significativas, mas sim a atividade exercida pela grande maioria da população: o trabalho humano.

Há que se entender, portanto, a razão pela qual a teoria administrativa nasce somente no século XX, embora organizações (e até macro-organizações) tenham existido desde sempre.

            A Revolução Industrial, lenta mas definitivamente, será o evento que propiciará o inicio e o desenvolvimento da Administração como ciência, baseada apenas em cada vez maior especialização do trabalho humano.

            A par da própria especialização, todas as grandes invenções, num período aproximado de duzentos anos, influenciarão, de forma definitiva, o modo de vida, a sociedade e os valores sociais. Essas invenções, juntamente com o aumento populacional, de um lado, e a demanda de artigos para o consumo da população, de outro, vão fazer com que cada vez mais se busquem formas alternativas de produção para o atendimento de um enorme mercado em ascensão.

            Esses fatores definem o modo pelo qual o artesão se converte em operário, sua oficina em fábrica, e o mestre desaparece para dar lugar ao proprietário. Surgem as novas indústrias exercendo um poder atrativo muito grande sobre a população rural, que, abandonando as terras,

migram para a cidade provocando, cada vez mais, o aumento da população urbana.

Naturalmente, nem todos os artesãos possuíam condições financeiras de adquirirem essas novas máquinas e equipamentos para a instalação de suas próprias fábricas. Este contingente, menos privilegiado, vê como única saída trabalhar para outros proprietários, vendendo, assim, seu conhecimento e sua experiência.

            Outros, ainda, uniram-se, promovendo associações de pequenas oficinas que se transformaram em grandes oficinas mecanizadas que acabaram se transformando em fábricas.

            Por outro lado, o novo componente da produção - máquinas - provoca outro efeito: decresce o custo da produção. Esse decréscimo proporciona a vantagem de se reduzirem os preços e, conseqüentemente, o aumento do mercado consumidor. Automaticamente, esse mesmo aumento de consumo força as fábricas a utilizarem cada vez mais pessoas em suas frentes de trabalho.

A revolução na tecnologia empregada na produção trouxe, também, significativas mudanças sociais. Os antigos artesãos passam a fazer parte de uma nova classe social - o proletariado. No entanto, as condições totalmente adversas, existentes no novo ambiente de trabalho, estimulam a atuação dos sindicatos, herdeiros diretos das antigas corporações de oficio.

É a força do sindicalismo que, gerando leis de proteção ao trabalhador e, associada ao pensamento socialista desenvolvido no século XlX, por Karl Marx e Friedrich Engels, acaba por obrigar o capitalista a redistribuir a alocação dos recursos (materiais versus humanos e, portanto, a procurar, na otimização do uso dos recursos, novos métodos e processos de racionalização do trabalho, processos estes que metodicamente expostos coincidem com o inicio do século XX. .

É, portanto, procurando a racionalização dos recursos disponíveis, que têm origem os estudos que vão inaugurar a linha teórica administrativa, denominada Clássica ou Científica. O primeiro a se dar ao trabalho de compilar sistematicamente informações a respeito de "como" executar o trabalho é Taylor, pertencente a uma abastada família "Quaker" da Filadélfia (Estados Unidos). Ele abandona os estudos que o preparavam para Harvard e inicia o aprendizado de um oficio e, quando completo, emprega-se na Midvale Steel Works. Em poucos meses, passa de maquinista diarista para chefe de turma com a responsabilidade do departamento de tornos mecânicos.

Taylor diploma-se tardiamente em engenharia e assume o cargo de engenheiro, e resolve aplicar seus conhecimentos e conceitos de engenheiro à área administrativa. Estudando, inicial-mente, os tempos e movimentos das atividades fabris, acaba por formular uma série de conceitos, tendo todos eles como base empírica a unidade fabril e a tarefa realizada pelo operário.

O segundo a surgir, nesse mesmo período, é Henri Fayol, de nacionalidade francesa, nascido em Constantinopla (atual Istambul). Forma-se engenheiro aos 19 anos. Aos 25 anos é nomeado gerente setorial e, aos 47 anos, gerente geral. Sua trajetória será diferente da de Taylor. Sua abordagem está basicamente voltada para a estrutura necessária que a empresa deveria adotar para melhor atingir os objetivos, que estariam resumidos numa única palavra: eficiência.

            Ambos, Taylor e Fayol, antes de se antagonizarem ou se contraporem, irão se complementar. O primeiro voltado para as tarefas e segundo, para as estruturas.

O grande mérito de ambos, que acaba caracterizando o que é conhecido como Escola Clássica ou Administração Científica, é a introdução do método científico e racional na administração. Seu caráter é prescritivo e normativo, e a ênfase está na estrutura formal como único caminho viável para a eficiência.

Fundamentando estas características encontram-se os conceitos básicos:

            * Homo Economicus: concepção da natureza humana segundo a qual o homem, ao tomar uma decisão, conhece todos os cursos de ação possíveis, bem como suas conseqüências, optando sempre por aquela que lhe trouxer melhores e maiores ganhos.

            * Eficiência: que só pode ser alcançada se adotar a única forma correta de execução de um trabalho, e esta só é encontrada desde que a tarefa seja dividida em cada um dos passos que a compõem.

* Unidade de comando: cada empregado deve receber ordens de um único superior; é o principio da autoridade única.

* Autoridade versus responsabilidade: autoridade é o direito de dar ordens e o poder de esperar obediência, e a responsabilidade, uma conseqüência natural da autoridade, é a obrigação de realizar as ordens recebidas. Ambas devem estar equilibradas entre si.

* Linha de comando versus staff: os órgãos de linha seguem rigidamente o principio escalar da autoridade de comando, enquanto os de staff fornecem à linha serviços, conselhos, recomendações que estes últimos não têm condições de prover a si mesmo.

            Os princípios básicos subjacentes às características e conceitos mencionados são:

            *  Divisão do trabalho: é o principio da especialização necessária à eficiência na utilização das pessoas, que consiste na designação de tarefas especificas a cada uma das partes da organização.

            * Supervisão funcional: a especialização do operário deve ser acompanhada da especialização do supervisor e não de uma centralização da autoridade.

            * Funções da empresa: técnica, comercial, financeira, segurança, contábil e administrativa.

            * Funções do administrador: planejar, organizar, comandar, coordenar e controlar.

            * Departamentalização: estrutura, forma e disposição das partes que constituem a empresa, além do interrelacionamento dessas partes; restringe-se apenas aos aspectos da organização formal que a compõem.

Apesar de todas as crítica que lhe são feitas, a teoria clássica mantém-se como a única proposta de administração por três décadas. É claro, pelo exposto, que o inicio dos conceitos de Administração se baseou na Engenharia, que seus precursores (principalmente Taylor e Fayol) traziam como formação acadêmica. Não poderia ser de outro modo visto que, naquela época, o enfoque racional invadia todas as áreas do conhecimento humano.

Alguns fatores, entretanto, começam a preparar o terreno para o advento de mudanças nessa teoria:

 * Após a 1ª Guerra Mundial (1914-1918), surgem, com força total, as várias formas de comunicação no mundo, transformando-o pouco a pouco, mas definitivamente, na "aldeia global" dos dias atuais.

* O esfacelamento do poderio econômico da Europa Ocidental vai ocasionar a eclosão da grande depressão econômica (1929-1933), principalmente nos Estados Unidos, que se vê obrigado a aumentar as taxas de juros e os descontos por estarem com suas reservas esgotadas.

* O advento dos estudos sociais de Émile Durkheim (1858-1917) e dos estudos psicológicos de Sigmund Freud (1856,1939) e Carl Gustav Jung (1875-1961) tornou-se decisivo para a evolução do pensamento administrativo.

 

            Nesse contexto econômico, político, social e psicológico é que, em 1924, a Western Electric Company, uma empresa norte-americana sediada no bairro de Hawthorne, na cidade de Chicago, solicita à Academia Nacional de Ciências um estudo sobre a relação existente entre fatores físicos ambientais e a eficiência do operariado.

A citada empresa, apesar de oferecer uma série de benefícios a seus operários, vinha enfrentando sérios problemas de descontentamento generalizado e grandes perdas operacionais.

É George Elton Mayo, psicólogo industrial, australiano, professor em Harvard de "Investigações Industriais", quem lidera a equipe de cientistas que desenvolve o que ficou conhecido como a "Experiência de Hawthorne".

            São, indiscutivelmente, as conclusões obtidas neste experimento que dão origem à Teoria das Relações Humanas, contrapondo-se frontalmente à Teoria da Administração Científica.

Sua característica mais importante é incorporar à Administração os conceitos das ciências sociais e verificar a aplicação, também, do conceito de estruturas informais, que, nada tendo a ver com as formais, estavam baseadas na afinidade pessoal, na amizade, camaradagem e confiança. Mais ainda, que o ser humano é social, de onde vem a definição de "homem social" em contrapartida ao "homem econômico".

Essa definição de "homem social" pode ser formulada através das seguintes hipóteses:

* "As necessidades sociais são o motivador básico do comportamento humano, e os relacionamentos inter-pessoais são o modelador básico do sentimento de identidade.

            * Em conseqüência da mecanização que veio no bojo da revolução industrial, o trabalho perdeu grande parte de sua significação intrínseca, que agora deve ser buscada nos relacionamentos sociais no trabalho.

            * Os empregados respondem mais às forças sociais do grupo de pares do que aos incentivos e controles instituídos pela direção da empresa.

* Os empregados respondem favoravelmente à direção da empresa, na medida em que um supervisor consegue fazer com que os empregados tenham o sentimento de que pertencem à organização e dela participam, são aceitos e mantêm um sentimento de identidade."

Os conceitos que emergem da Escola das Relações Humanas são, além do "homem social", a dinâmica do grupo no qual o indivíduo se insere e a liderança emergencial no próprio grupo.

Os princípios básicos desta Escola são:

*O trabalho só tem sentido enquanto atividade grupal;

* As recompensas e sanções do grupo social acabam exercendo maior influência que aquelas provenientes da estrutura formal;

* E, finalmente, a maior especialização do trabalho pode conduzir à monotonia e não necessariamente à eficiência.

Das mesma forma que a Administração Científica, a Escola das Relações Humanas sofreu duras críticas e até fortes oposições, principalmente devido às distorções e limitações, que podem ser assim resumidas:

* "Uma visão inadequada dos problemas de relações industriais;

* Limitação do campo experimental e parcialidade nas conclusões levaram gradativa-mente essa teoria a um certo descrédito;

* A concepção ingênua e romântica do operário

* E a ênfase exagerada nos grupos informais colaboraram rapidamente para que esta teoria fosse repensada e criticada acerbadamente;

* O seu enfoque manipulativo e certamente demagógico não deixou de ser descoberto e identificado pelos operários e seus sindicatos".

            É justamente na verificação destas críticas que ocorre o amadurecimento da escola das Relações Humanas e, mais adiante, a influência de todas as ciências sociais: a antropologia, economia, política, psicologia e a sociologia, e não apenas das comportamentais como era o caso anteriormente.

            É por meio desta abertura de horizontes e da colocação do escopo de outras ciências que se percebei em primeiro lugar, Administração Científica e Relações Humanas são teorias extremas de um mesmo contínuo cada uma apresentando radicalismos, parcialidades e contrasensos; em segundo lugar, ambas contemplam apenas a empresa (indústria e/ou comércio) e deixam a descoberto todas as outras organizações nas quais o ser humano participa; em terceiro lugar, ambas não apresentam uma atitude experimental sobre outros tipos organizacionais, nem mesmo a postura analítica do cientista social.

Em 1924, Gordon Willard Allport (1897), psicólogo norte-americano, nascido em Montezuma, notabilizado por seus estudos sobre a teoria da personalidade, publica seus primeiros trabalhos, que culminam em 1937 com a edição de Personality: a psycological interpretation. Abrahan H. Maslow e Douglas M. McGregor, psicólogos industriais, vão se preocupar e estudar as forças motoras do comportamento humano.

Com estas bases, começa a ser montada a Escola Comportamental que, como o próprio nome indica, se baseia no comportamento individual, grupal ou formal do ser humano.

A Escola Comportamental tem como característica básica a inclusão das Ciências Sociais, em especial a Psicologia, na Administração; ela apresenta a motivação como a mola propulsora do comportamento humano, principalmente organizacional.

Duas observações se fazem necessárias. A primeira diz respeito do termo motivação, que designa o aspecto dinâmico e direcional (seletivo ou preferencial) do comportamento, como

o termo organizacional, pois até esse momento somente era visualizada a empresa, portanto, as motivações humanas são importantes desde que afinadas com o contexto organizacional.

Os princípios gerais adjacentes à abordagem comportamental são:

            * Busca da cooperação entre empresários, empregados e clientes; as pessoas irão cooperar naturalmente desde que o esforço possua sua justificativa nas vantagens e satisfações que gerar;

* A administração deve criar um ambiente organizacional tal que os seus membros possam alcançar melhor os seus objetivos individuais dirigindo seus esforços grupais para os objetivos da organização;

* Percepção, por parte dos dirigentes, da escala motivacional em que cada indivíduo atua de forma particular e única;

* Estilo participativo de liderança, ou seja, através do autocontrole em oposição ao autoritarismo e o controle externo do comportamento humano.

Não são freqüentes às críticas à escola comportamental, porque ela cumpre seu objetivo de unir as duas escolas anteriores e corrigir seus defeitos. Sua contribuição, sem dúvida, parece definitiva. Uma das poucas críticas que se coloca é o excesso de "psicologização" que algumas vezes se torna difícil de defender, como no caso da tomada de decisão.

Neste momento, como se observa, as críticas tornam-se muito pessoais e particulares. Assim, é mais importante entender como a obre de Taylor e Fayol se modificou, cresceu e incorporou a Psicologia e é Sociologia, e se completa quando absorve definitivamente a sociologia da burocracia.

Antes disso, a grande influência na abordagem, que até este momento era prescritiva (como deveria ser) ou explicativa (como é), passa para uma visão fenomenológica. A fenomenologia, doutrina filosófica iniciada na Alemanha por Edmund Husserl (1859-1938), para quem a tarefa primordial da filosofia consiste no exame, pela consciência humana, do conteúdo fornecido pela realidade fenomênica, não dispensa a experiência exterior.

Juntamente com estes conceitos é também incorporada a visão estruturalista, como teoria e método de investigação científica baseada nos conceitos matemáticos de estrutura e modelo. Claude Lévi-Strauss (1908), etnólogo francês, é o responsável pela inclusão do pensamento estruturalista dentro da Teoria da Administração.

            A união do estruturalismo, da fenomenologia e da Teoria da Administração acaba recebendo o nome de Escola Estruturalista, sendo seu primeiro precursor Max Weber (1864-1920).

            O estruturalismo se apresenta com o objetivo de sintetizar as escolas apresentadas até aqui, incluir os estudos de Weber, compilados após sua morte e, conseqüentemente, da burocracia. Além disso, é o início da ênfase inter-organizacional, onde a própria estrutura de uma organização é composta por estruturas menores, cada uma exercendo o seu papel.

            Dentro deste enfoque é que surge o conceito do "homem organizacional". A sociedade moderna é constituída de uma série de organizações dentro das quais o ser humano vive e depende delas para nascer e morrer. Como cada uma dessas organizações apresenta estrutura, função, objetivo e papéis variados, vão exigir do indivíduo um grande poder de adaptação, flexibilidade e resistência à frustração, trabalhando basicamente com o desejo de realização não imediata.

Outro grande avanço é o tratamento do conflito. As Escolas Científica e das Relações Humanas desconhecem essa variável nas organizações, a primeira verificando a identidade de interesses e a Segunda buscando a harmonia via compreensão. A comportamental percebe apenas que pode existir uma diferença entre as necessidades individuais e as organizacionais resolvida através da integração de necessidades.

            A Escola Estruturalista da Teoria de Administração enfoca o conflito como processo social. "É o conflito o grande elemento propulsor do desenvolvimento, embora isto nem sempre ocorra. Não são, portanto, todos os conflitos desejáveis, mas sua existência. não pode ser ignorada, já que, sendo inevitáveis, eclodirão sob as mais variadas formas, algumas das quais extremamente violentas. No campo da administração, pode-se afirmar que o conflito entre grupos é inerente às relações de produção, porquanto existindo infinitos procedimentos que visam a tornar o trabalho mais agradável, não se tem noticia de nenhum capaz de torná-lo satisfatório em termos absolutos."

            Outra modificação incluída pelo Estruturalismo diz respeito à forma de incentivos. Se a Administração Científica só trabalha com os financeiros e a Comportamental com os psicossociais, o Estruturalismo vai trabalhar ambas as formas. Não verá apenas a estrutura formal ou informal, dicotomicamente, mas ambas simultaneamente.

            E mais: destaca as relações entre organização e ambiente, preparando, assim, o caminho para a inclusão da Teoria Geral dos Sistemas